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  • Palavra sagrada
    Rap Kaiowaá: ritmo e poesia do povo Guarani

    Rap Kaiowaá: ritmo e poesia do povo Guarani

    O canto contemporâneo dos Kaiowaá, em especial o do Brô MC's, primeiro grupo de rap indígena.

    Natal
    Veredas da Terra da Mãe de Deus: o Reisado dos Irmãos

    Veredas da Terra da Mãe de Deus: o Reisado dos Irmãos

    Sob o comando de Mestre Antonio e Raimundo “Mateus”, a família Ferreira Evangelista, do Juazeiro do Norte, CE, celebra o Ciclo do Natal.

    Veredas
    Veredas da ciranda: na roda a rodar

    Veredas da ciranda: na roda a rodar

    Ritmo ralentado continua espalhado pelas praias pernambucanas e pelos estúdios de gravação. Com Seu Jorge e Almaz, Siba, Lia de Itamaracá, Kiko Dinucci e Chico Correa e Eletronic Band.

    Veredas
    Três meninas e um violeiro

    Três meninas e um violeiro

    Alessandra Leão é percussionista e compositora. Isaar, da geração pós-mangue, canta, como também faz Renata Rosa. Caçapa é violeiro, produtor e grande ouvinte de vinis.

    Veredas
    O rei da criação

    O rei da criação

    Animal mitificado em várias culturas e civilizações, o boi é sagrado. No Brasil, percorre a tradição popular dos quatro cantos. Em SC é Boi de Mamão. Em PE e PB é Cavalo Marinho. Na Amazônia, Boi Bumbá.

    Veredas
    Na roda dos bichos

    Na roda dos bichos

    Nas fábulas, os animais tomam a função consciente das virtudes e vícios humanos. O leão é o valente. A raposa e o macaco são espertos. A anta é a estúpida. O jumento, obstinado. O bode pode representar a luxúria.

    Veredas
    Afro-sambas de hoje (ou O novo batuque paulista)

    Afro-sambas de hoje (ou O novo batuque paulista)

    Trio Metá Metá (Kiko Dinucci, Thiago França e Juçara Marcal) e Douglas Germano são batizados pelo signo de Geraldo Filme. O samba de hoje conectado aos terreiros de ontem.

    Resistência e preconceito
    Veredas das Mestras

    Veredas das Mestras

    Edição reúne brincadeiras comandadas por mulheres, como dona Virgínia, dona Teté e as mestras Maria do Carmo e Margarida.

    Veredas
    Quase sem palavras

    Quase sem palavras

    Do banco do maracatu à banda cabaçal. Do violeiro do Urucuia aos ogãs do Camdomblé. A qualidade do instrumentista tradicional equivale a qualquer acadêmico de música.

    13 de maio
    O canto dos libertos

    O canto dos libertos

    Nesta audição, destaque para um registro histórico junto aos descendentes dos ex-escravos brasileiros que retornaram à África (Benin).

    13 de maio
    O canto dos escravos

    O canto dos escravos

    Em disco, Tia Doca da Portela, Geraldo Filme e Clementina de Jesus, três das majestades negras da música popular brasileira, registram 12 cantos de trabalho (ou vissungos) recolhidos nos anos 1930.

    Veredas
    Pop Pará, Belém hoje

    Pop Pará, Belém hoje

    A música do Norte está mais próxima do Caribe do que do Sul, como provam Gaby Amarantos, Dona Onete, Maderito e Joe, Pio Lobato, La Pupuña e outros.

    33 rotações
    Pelas veredas do vinil

    Pelas veredas do vinil

    Entre os anos 1970 e 1980, um sem-número de vinis “de tradição” foram editados no Brasil para divulgar o repertório das religiões afro-brasileiras, música caipira e de artistas locais ou “regionais”.

    Veredas
    Ilê Omolu Oxum: candomblé de sangue

    Ilê Omolu Oxum: candomblé de sangue

    Equipe do programa vai a São João do Meriti, na Baixada Fluminense, onde tem aulas de candomblé (e de vida dedicada ao santo) com Mãe Meninazinha d'Oxum.

    Veredas
    Baile muderno

    Baile muderno

    Música eletrônica a partir do repertório secular dos terreiros e das cidades. Com Axial, Chico Correa & Electronic Band, Candombless, DJ Dolores, Isaar e Loop B.