Todos os Sons
O ponto de encontro da música instrumental brasileiraO som arejado de Marquinho Mendonça
Ele é guitarrista e violonista, embora se dedique a outros instrumentos de cordas, como o cavaquinho, o bandolim, a viola e o banjo.
Marquinho Mendonça lançou em 2006 seu primeiro disco, Filosofolia, acompanhado por tantos músicos quantos conseguiu reunir em dois anos de gravações para registrar composições próprias. Entre outros estão o acordeonista Toninho Ferragutti, os percussionistas Naná Vasconcelos, Marcos Suzano e Guello, os baixistas Sizão Machado e Zeli, o violonista Renato Anesi, o baterista Edu Ribeiro, o trombonista Walmir Gil, o saxofonista Proveta, o flautista Toninho Carrasqueira, além de Oswaldinho da Cuíca e, ainda, os cantores Renato Braz, Ney Mesquita e Tião Carvalho.
Em seu segundo álbum, Tempo templo, Mendonça abre mais o leque e incorpora influências latinas e africanas ao balaio de ritmos já presentes em seu disco de estreia. E, mais uma vez, um trabalho autoral com direito à participação de mestres como Dinho Gonçalves e Dinho Nascimento na percussão, Bocato no trombone, Proveta no sax e clarineta, Zé Menezes no violão tenor e Oswaldinho do Acordeon.
Numa canja durante a entrevista, o músico toca “Ingênuo”, de Pixinguinha e Benedito Lacerda, em solo de violão.
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