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  • O som arejado de Marquinho Mendonça

    Lia Machado Alvim | 18.01.2011

    Ele é guitarrista e violonista, embora se dedique a outros instrumentos de cordas, como o cavaquinho, o bandolim, a viola e o banjo.

    Marquinho Mendonça lançou em 2006 seu primeiro disco, Filosofolia, acompanhado por tantos músicos quantos conseguiu reunir em dois anos de gravações para registrar composições próprias. Entre outros estão o acordeonista Toninho Ferragutti, os percussionistas Naná Vasconcelos, Marcos Suzano e Guello, os baixistas Sizão Machado e Zeli, o violonista Renato Anesi, o baterista Edu Ribeiro, o trombonista Walmir Gil, o saxofonista Proveta, o flautista Toninho Carrasqueira, além de Oswaldinho da Cuíca e, ainda, os cantores Renato Braz, Ney Mesquita e Tião Carvalho.

    Em seu segundo álbum, Tempo templo, Mendonça abre mais o leque e incorpora influências latinas e africanas ao balaio de ritmos já presentes em seu disco de estreia. E, mais uma vez, um trabalho autoral com direito à participação de mestres como Dinho Gonçalves e Dinho Nascimento na percussão, Bocato no trombone, Proveta no sax e clarineta, Zé Menezes no violão tenor e Oswaldinho do Acordeon.

    Numa canja durante a entrevista, o músico toca “Ingênuo”, de Pixinguinha e Benedito Lacerda, em solo de violão.
     

    • O som arejado de Marquinho Mendonça - Todos os Sons

     

    EXIBIÇÃO 31.07.2010, 20:00

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