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  • Virgínia Rosa: vanguarda pop

    da redação | 11.12.2009

    “Eu era um pouco caipira, meio coió. Eu não tinha a linguagem de vocês, universitários.”

    O pai cantava música sertaneja e tocava bombardino. Em família, formou repertório e banda. Teve aula de teoria musical com Arrigo. Vestida de coração, fez vocais para Tetê Espíndola em “Escrito nas estrelas”.

    “Hoje estou formal: o nome dela é Virgínia Rosa”, anuncia Itamar Assumpção em show gravado ao vivo na Funarte, 1982. E foi justamente a Isca de Polícia, banda de Itamar, a grande escola de Virgínia - “Gente, que som!”, lembra a cantora. A Isca estreou no Pauliceia Desvairada com figurinos confeccionados por Dona Ida, mãe de Arrigo. Virgínia cantou na banda por cinco longos anos.

    Virgínia Rosa seguiu carreira com a Mexe com Tudo. Conviveu com mais grandes músicos, excursionou pela Europa, se lançou cantora. Seu primeiro álbum-solo é Batuque, que lançou Chico César e Lenine.  

    A Investigação sobre o gosto continua na Funarte: Henrique Oswald (1852–1931). Expoente do romantismo, “Il Neige”, peça para piano-solo foi recebida como “música pra ficar tranqüilo”.



    [ ] Programa apresentado no dia 11 de dezembro de 2009.
     

    EXIBIÇÃO 11.12.2009, 20:00

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