Solano Ribeiro e a nova música do Brasil
A produção musical independente do Brasil
Dos festivais aos confetes e serpentinas
“Foi no sétimo Festival Internacional da canção da Rede Globo em 1972, que Solano Ribeiro lançou Maria Alcina. Na época causou sensação com “Fio Maravilha”, de Jorge Ben (hoje Benjor) e foi a revelação daquele festival. O tempo passou, as águas passaram. Fio, o maravilha, deu lugar a outros pés: Ronaldos, Kaká, Pato e todos que a bola encantaram a galera. Hoje maravilha se chama Neymar. Maria Alcina não parou no tempo e, depois de muitas estradas cheias de buracos e pedágios, foi buscar propostas para o registro que lança em 2010”.
Esse é o texto de abertura que Solano Ribeiro escreveu para comentar o CD Maria Alcina, confete e serpentina.
Nesta edição, Solano Ribeiro também mostra o trabalho de Roney Giah, que lança o CD Queimando a moleira, seu quarto trabalho.
Tem ainda uma miniparada de sucessos, na qual o apresentador mostra o “lado b” de trabalhos assinados por Bárbara Rodrix, Rodrigo Campos e Silvério Pessoa.
[ ] Apresentado no dia 2 de maio de 2010.
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LianeMonteiro
Roney Giah...Genial!...Maria Alcina..Sempre Genial!....