Rock Cultura
Panorama do rock no Brasil
De George Freedman a Cachorro Grande
A sexta edição do Rock Cultura nasce na maternidade do rock onde o papai Tony Campello acende seus charutos para o "Boogie do bebê". O pioneiro Albert Pavão declara que o bebê do Tony virou "Filhinho de papai" em histórica gravação de 1963. O titio Jerry Adriani apresenta seu talento interpretando música italiana e o rock.
"Quem não quer" que chegou às paradas brasileiras em três idiomas. O "alemão" George Freedman seduz toda família com "Coisinha estúpida" e a priminha Silvinha conta seu segredo com "Feitiço de broto".
Fechando o primeiro bloco, o Rock Cultura recupera uma das melhores e mais importantes bandas da segunda metade dos anos 1960: O Bando, com "Pela rua da praia".
O segundo bloco mergulha nas raízes do rock rural com os geniais Sá, Rodrix e Guarabyra interpretando "Hoje ainda é dia de rock" e aumenta o "vulumi" com Flying Banana.
Seguindo no campo, o folk rock de Belchior desponta com "Velha roupa colorida" e o programa presenteia os ouvintes com a nossa maior cantora Elis Regina e sua antológica interpretação dessa mesma jóia do Belchior.
O folk mais elaborado do 14 Bis chega com "Linda juventude" e Marcelo Nova e os baianos do Camisa de Vênus decretam que isso "É só o fim" antes de terminarmos essa edição com a rapaziada do Cachorro Grande e o sucesso "Lunático".
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zelito viana
a coisa tava indo bem até chegar no "cachorro grande", mais uma dessas bandinhas pasteurizadas sem talento e sem estilo próprio que a mtv tenta enfiar goela abaixo de uma juventude idiotizada e sem senso critico.