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  • O músico Gilberto Gil e a capa do álbum Kaya n'Gand Daya, lançado em 2002 e inteiramente dedicado à obra de Bob Marley. Reprodução

    Gilberto Gil fala de sua relação com o reggae

    Da redação | 26.01.2011

    O músico Gilberto Gil, eclético e antropofágico, desde que conheceu o reggae, nunca escondeu sua reverência pelo ritmo jamaicano. Também nunca teve vergonha disso. Tanto que, quando Ministro da Cultura, chegou a ser criticado por alguns músicos ortodoxos por ser fã e exaltar a figura de Bob Marley.

    A Rádio Cultura Brasil apresentou no dia 19 de dezembro uma entrevista exclusiva com Gil feita para o programa Reggae de Bamba.

    Gilberto Gil revê sua trajetória e envolvimento com o ritmo jamaicano desde a primeira vez em que sua atenção foi fisgada, seus primeiros passos na tentativa de reproduzir essa música, a influência dentro de sua carreira, e histórias e considerações existenciais que envolvem este tema.

    “Quando falo da minha relação com o reggae, digo sempre: o que mais me interessou foi a música. Sempre tentando deixar em segundo plano tanto a dimensão religiosa quanto a dimensão política...”, garantiu o músico baiano.

    Os bastidores de canções como “Norte da saudade”, do disco Refavela, “No woman no cry”, suas gravações com a banda de Bob Marley nos anos 1980, sua recente viagem à Jamaica para fazer o Kaya n’Gan Daya e seus outros sucessos estão presentes nesta edição especial do Reggae de Bamba.

    A entrevista de Gilberto Gil foi concedida ao músico e radialista Jai Mahal no dia 14 de novembro de 2010, antes de subir ao palco do Auditório Ibirapuera, em São Paulo, para o show Futurível, projeto no qual é acompanhado pelo trio Macaco Bong, a Banda de Pife Princesa do Agreste, DJ Tudo e VJ Scan.
     

    • Gilberto Gil e o reggae - Reggae de Bamba (Parte 1)
    EXIBIÇÃO 19.12.2010, 18:00

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