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  • Zeca Baleiro, o trovador pós-tropicalista

    Da redação | 26.11.2010

    Canto melhor quando a música não é minha. Cantar outros autores é terapêutico, você se desapega. No álbum Concerto, mais da metade do repertório não é de canções minhas. São da minha discoteca afetiva. É libertador cantar outros compositores.

    Zeca Baleiro



    Além de sua própria música, Zeca Baleiro sempre interpretou outros autores como o grande amigo Chico César de quem gravou “Pedra de responsa” em seu primeiro disco e, entre outras, “Barco”, em 2010.

    Zeca também se dá bem com a tropicália que assistiu à distância, e gravou Tom Zé (“Menina Jesus”) em 2007 no álbum lado Z. Neste mesmo trabalho, o artista que saiu de Arari no Maranhão e depois de morar em outras cidades do país aportou em São Paulo, gravou, sem preconceito, a música do Odair José, um dos artistas da chamada música brega: “Eu, você e a praça”.

    E o trovador desempenha bem este papel de intérprete popular cantando canções de Luiz Gonzaga e João do Vale (“De Teresina a São Luis”); de Sérgio Sampaio (“Tem que acontecer”); de Cartola (“Autonomia”); e de Grazon para a banda de Charlie Brown Jr. (“Proibida para mim”_.

    Zeca Baleiro concedeu uma longa e interessante entrevista sobre sua carreira e sua visão do meio musical.

    • Zeca Baleiro, o trovador pós-tropicalista - A Voz Popular


     

    EXIBIÇÃO 25.11.2010, 20:00

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