A Voz Popular
A música popular escrita por suas vozes
Francisco Alves na era elétrica
Partindo desta homenagem, o programa lembra também o nome do grande pesquisador Abel Cardoso Júnior que publicou o livro Francisco Alves, as mil canções do Rei da Voz. Lançado em 1998, o livro traz detalhes destas mil gravações que servem de base para contar a história de Chico Alves desta primeira edição dedicada à sua carreira de sucesso. Em 2011, A Voz Popular dedicará outras edições ao Rei da Voz.
Francisco Alves soube muito bem alcançar mais que sucesso com sua voz que tanto agradou ao público. A inovação no canto, feita pelo intérprete, marcou todas as gerações futuras. Ele lançou compositores, experimentou novos ritmos, criou moda.
Trocou seu canto de tenor, que marcou o início da carreira, pelo de barítono, e elevou o cantor à condição de parceiro do compositor musical.
Francisco Alves participou do momento histórico da mudança da gravação mecânica para elétrica. Desta fase estão composições de 1927 de Sinhô, como “Ora, vejam só” e “Casino Maxixe”, parceria com Bastos Tigre; o samba de Duque “Passarinho do Má”, a marcha “Albertina”; “Jurity, canção de Joubert de Carvalho; e “Samba de Nego”, de Pixinguinha, de 1928.
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