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  • A cantora Elizeth Cardoso durante o programa Café Concerto, da TV Cultura, em 1986. Jair Bertolucci / CEDOC FPA

    Elizeth Cardoso: nasce a Divina

    Da redação | 11.12.2010

    Elizeth Cardoso colecionou muitos títulos ao longo de sua carreira: A Divina, A Enluarada, A Magnífica, Mulata Maior, A Preferida, Lady do Samba e, ainda, Machado de Assis da Seresta.

    Nesta edição, Luiz Antonio Giron aborda um curto período de gravações da cantora: de 1950 a 1955. São seus registros para a gravadora Todamérica.

    Elizeth começou sua carreira profissional logo depois de ser convidada por Jacob do Bandolim para um teste na Rádio Guanabara, ainda antes de completar 18 anos de idade.

    Seu primeiro contrato foi com a Rádio Educadora, também no Rio de Janeiro, cidade na qual Elizeth nasceu.

    Esta fase de gravações da cantora foi bastante produtiva, quando registrou em discos 36 músicas, como “Canção de amor”, de Elano de Paula e Chocolate; “Complexo”, de Wilson Batista e Magno Oliveira; e “Eu não posso dizer”, de Mário Lago.

    Nesta fase de sua carreira, Elizeth atuava não só em rádios como foi também passista em uma revista, cantou em cabarés e circos, e foi taxigirl no Dancing Avenida.

    Os historiadores Jairo Severiano e Nirez comentam a história da Divina Elizeth Cardoso.
     

    • Elizeth Cardoso: nasce a Divina

     

    EXIBIÇÃO 09.12.2010, 20:00

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    comentários

    MARCELO COUTINHO
    MARCELO COUTINHO

    O apelido de " A DIVINA" já diz tudo. O negócio é ficar bem quietinho e ouvir sem nada nem ninguém a atrapalhar. SHOW!!!!