78RPM
A sonoridade de uma épocaValsa brasileira
Tudo começou na Áustria, no século XVIII, e se espalhou pelas cortes de vários países. No Brasil, a valsa chegou com a família real em 1816, que trouxe em sua bagagem duas formas, a vienense, em andamento rápido, e a francesa, em andamento moderado.
Aos poucos a valsa se tornou uma importante dança de salão, sendo até hoje tradicional em momentos importantes da sociedade, como bailes de formatura, de debutantes ou mesmo de casamento.
O 78 RPM apresenta um especial dedicado à valsa brasileira, a valsa de compositores populares que por aqui passou por adaptações. No início do século XX, a valsa era gênero obrigatório para quem estudava piano. Era tocada com frequência nas confeitarias, especialmente por grupos de choro, que acabou transformando a invenção vienense numa coisa mais seresteira.
Na década de 1930 a valsa conquistou o rádio. Foi o apogeu do gênero nas vozes de Augusto Calheiros, Francisco Alves, Orlando Silva, Sílvio Caldas, Gilberto e do rei da valsa, Carlos Galhardo.
O programa apresenta um amplo repertório da valsa brasileira, com sucessos do gênero, como “Boa noite amor”, “Branca”, “A deusa da minha rua”, “Velho realejo” e “Saudades do Matão”. Traz ainda gravações pouco conhecidas, como a de Jacob do Bandolim feita na Rádio MEC em 1959. O instrumentista carioca apresenta “Rosa”, de Pixinguinha, na forma original, em três partes.
- Valsa brasileira - 78 RPM (Parte 1)
comente
- play
- pause
- stop
- min volume
- max volume
- previous
- next