Silvinha Telles
Com seu jeito suave e balançado de abordar as canções bossanovistas em seu início, ela criou uma espécie de “marca d’água do movimento”, dando-lhe universalidade e um romantismo que até mesmo o criador da batida e da divisão, João Gilberto, não possuía.
Sylvia Telles é homenageada nesta edição do Estúdio F, que coloca a cantora como uma das protagonistas do movimento que definiu novas estruturas na música brasileira.
Ao focalizar a trajetória artística de Sylvia Telles, Paulo César Soares mostra gravações curiosas da intérprete, como a romântica “Não quero ver você triste”, de Roberto Carlos; a música tema em que abria o programa da TV Rio, “Música e romance”, em que ela se apresentava com o violonista Candinho, na época seu marido, “Tu e eu”, de Altamiro Carrilho; e gravações raras em inglês e francês.
No repertório do programa estão alguns clássicos de Tom Jobim, como “Dindi”, “Caminhos cruzados”, “Se todos fossem iguais a você” e “Estrada do sol”, além de clássicos da música româtnica brasileiro, como “Duas contas”, “Chove lá fora” e “Se é tarde me perdoa”,
Vale lembrar que Sylvia Telles faleceu cedo, aos 32 anos de idade, em 17 de dezembro de 1966, em razão de um acidente automobilístico quando se preparava para uma nova excursão aos Estados Unidos.
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Estúdio F – Momentos Musicais da Funarte
Silvinha Telles
Apresentado na RCB em 13 de dezembro de 2011
Apresentação: Paulo César Soares
Roteiro: Cláudio Felício
Produção: Rádio Nacional – Rio de Janeiro
Acioli
Cantora super importante... hoje, infelizmente, um tanto esquecida.