• Controle Remoto - Ouça Ao Vivo

  • O músico de Porto Alegre Arthur de Faria cultiva influências de Arrigo e Rumo a Zappa e Jobim. Divulgação

    Arthur de Faria: Capítulos da Música Gaúcha

    Da redação | 04.09.2010

    “Eu não queria ser um artista de performance de palco. Eu queria ser compositor, arranjador e produtor de discos.”

    “O que vai ser quando crescer?”  Ele tinha duas opções na vida, pois seus pais já haviam respondido à clássica pergunta do livro do bebê: “cientista” ou “compositor de MPB”. Arthur de Faria, nascido em Porto Alegre, 1968, lembra: “Tudo que a minha mãe queria quando eu nasci é que eu fosse o Edu Lobo”.

    Aos 15 anos, compôs sua primeira trilha sonora para teatro, o que se tornou recorrente em sua carreira. À luz dos Beatles e da música tradicional gaúcha, sob o domínio do rock, seu primeiro grupo definiu-se como “acústico incompetente”, com “muita ambição estética e pouca qualidade técnica”, diz. “As mãos conseguiam realizar muito menos do que o cérebro pedia.” Compositor inquieto, dedicou-se a estudar teoria musical no Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Praticamente todos os seus companheiros de conjunto (sua banda chama-se Arthur de Faria & Seu Conjunto) também passaram por lá.

    “Não pensava em subir no palco. Mas fui me dando conta de que se eu não tocasse a minha música ninguém ia mais tocar.”

    Influenciado por Arrigo, Rumo e Premê (“Minha formação de adolescência”), Arthur admira Zappa, Piazzolla e Jobim. “Sempre me interessou mais a exceção do que a regra. Busquei na minha música fazer alguma coisa que nunca havia sido dita.”

    Arthur é crítico dos CTGs (Centro de Tradições Gaúchas). Em contraponto, a investigação sobre o gosto levou Piazzolla no CTN (Centro de Tradição Nordestina), no bairro do Limão em São Paulo.

     

    • Arthur de Faria: Capítulos da Música Gaúcha - Supertônica


     

     

    EXIBIÇÃO 03.09.2010, 20:00

    compartilhe

    comente

    É preciso estar logado para comentar. Fazer Login | Não tenho login