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Opinião com firma reconhecida
Antonia Adnet, uma coisa de cada vez
Ela pertence a uma família de músicos e cantoras. Seu pai é o arranjador, violonista e compositor Mário Adnet e sua mãe a produtora Marisa Adnet. Sua irmã Joana é flautista, suas tias Muiza e Maucha são cantoras e por aí vai.
Talvez por este histórico, Antonia transite com tranquilidade na música e faça uma estreia em disco, digamos... Discreta.
Antonia estudou música e desde a adolescência já guardava rascunhos de suas composições. Profissionalmente está no álbum Afrosambajazz, projeto com repertório de Baden Powell criado por Mário Adnet e o pianista Philippe Baden Powell. Há alguns anos, Antonia aceitou um convite para trabalhar fora do círculo familiar e passou a integrar a banda da cantora Roberta Sá, com quem toca até hoje. Esta sua participação acabou levando a jovem instrumentista a mais estudos para se adaptar ao violão de sete cordas, necessário nos shows de Roberta.
Devagar e sem pressa nasceu o primeiro CD solo de Antonia Adnet, que contou com participações de Roberta Sá, de João Cavalcanti, do grupo Casuarina – filho de Lenine –, do humorista da MTV Marcelo Adnet, além de Joana Adnet na flauta e Rodrigo Campello na guitarra. A banda que acompanha Antonia é digna de grandes cantores: Ricardo Silveira na guitarra, Hugo Pilger no cello, Jurim Moreira e Rafael Barata na bateria, Jorge Helder no baixo, Marcos Nimrichter e Philippe Baden Powell nos pianos, Eduardo Neves nos sopros, Marcelo Caldi no acordeom, Aquiles Moraes no flugelhorn e Everson Moraes no trombone. Antonia cuidou dos arranjos, compôs boa parte do repertório, convidou todos que participaram do disco – como ela mesma diz “faço tudo junto”.
A própria Antonia conta a história das canções e da gravação de Discreta...
- Aos 15 anos compõe “Bom assim” e “Um dia quem sabe”

Artista: Antonia Adnet
Álbum: Discreta
Produção: Antonia e Mário Adnet
Gravadora: Biscoito Fino
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